{"id":625,"date":"2012-12-19T00:21:22","date_gmt":"2012-12-19T00:21:22","guid":{"rendered":"http:\/\/guanabara.org.br\/?page_id=625"},"modified":"2012-12-19T00:21:22","modified_gmt":"2012-12-19T00:21:22","slug":"porque-a-natureza-e-o-nosso-guia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/ceg-2\/porque-a-natureza-e-o-nosso-guia\/","title":{"rendered":"Porque &#8220;A Natureza \u00e9 o Nosso Guia&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A natureza sempre foi a palavra base de nossas sugest\u00f5es, como tamb\u00e9m dos lemas de outros clubes cong\u00eaneres, quer gravadas, quer exprimida implicitamente atrav\u00e9s de equivalentes ou s\u00edmbolos v\u00e1rios. E nem poderia deixar de ser, pois que nosso esporte \u00e9 uma atividade toda natural. H\u00e1 mais que um contato direto: h\u00e1 um verdadeiro entrela\u00e7amento material e emp\u00edrico entre o sublime e suprema criadora dos Seres e das Coisas e os nossos atos, s\u00edmbolos e esp\u00edrito excursionistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a concep\u00e7\u00e3o da id\u00e9ia de excursionar, \u00e0 chegada ao fim, \u00e9 ELA que nos orienta.<br \/>\nDa id\u00e9ia surgem as precau\u00e7\u00f5es: o tipo de traje a usar, o material, o farnel, a \u00e1gua, enfim, todo o necess\u00e1rio para cada peda\u00e7o da natureza com o qual vamos entrar em contato: se um campo, se uma praia, se uma montanha leve ou pesada, se uma escalada em seus v\u00e1rios graus\u2026 Tudo \u00e9 NATUREZA!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A chegada \u00e0 nossa meta \u201coptada\u201d, isto \u00e9, ao fim desejado, \u00e9 ELA que nos vai, com a voz majestosa do sil\u00eancio, dizer de nossas sub-atividades, do que nos espera, do panorama, da compensa\u00e7\u00e3o do cansa\u00e7o das caminhadas e nas subidas\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas praias temos um verde mar convidativo ao banho, ao jogos, \u00e0s divers\u00f5es pr\u00f3prias que ELA mesmo nos presenteia. Nos campos temos as verdejantes matas, salpicadas de flores e frutos\u2026 banhadas de ar puro\u2026 Nas montanhas, a maravilhosa vis\u00e3o de tudo, das obras naturais de m\u00e3os dadas com as obras do HOMEM, que ELA mesma criou. Deu-nos,sem ego\u00edsmo, os meios necess\u00e1rios para viver, sub-criar e resistir a todas as adversidades fornecidas pela pr\u00f3pria NATUREZA, como que para a comprova\u00e7\u00e3o da abnegada resist\u00eancia do seu grande feito \u2013 o HOMEM.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao fim de cada excurs\u00e3o, a quem devemos render gra\u00e7as sen\u00e3o a ELA, que nos deu os mares e nos ensinou a navegar, os campos e nos ensinou a tirar deles todo o proveito; as montanhas e nos ensinou a escalar; que durante o dia nos deu o Sol, durante a noite, a Lua, as Estrelas, nossos guias naturais quando falham nossos recursos artificiais\u2026; as lanternas se apagam, n\u00e3o sabemos o caminho\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E agora pergunto: QUEM \u00c9 NOSSO VERDADEIRO GUIA?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Magno Matheus da Rocha<br \/>\nBoletim de Outubro de 1960<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A natureza sempre foi a palavra base de nossas sugest\u00f5es, como tamb\u00e9m dos lemas de outros clubes cong\u00eaneres, quer gravadas, quer exprimida implicitamente atrav\u00e9s de equivalentes ou s\u00edmbolos v\u00e1rios. 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