{"id":550,"date":"2012-09-03T16:35:07","date_gmt":"2012-09-03T20:05:07","guid":{"rendered":"http:\/\/ceguanabara.wordpress.com\/?p=550"},"modified":"2012-09-03T16:35:07","modified_gmt":"2012-09-03T20:05:07","slug":"parque-nacional-do-itatiaia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/2012\/09\/03\/parque-nacional-do-itatiaia\/","title":{"rendered":"Parque Nacional do Itatiaia"},"content":{"rendered":"<p>Ningu\u00e9m gosta de acordar \u00e0s 3h na madruga de s\u00e1bado, mas quando \u00e9 para uma atividade de montanha, ainda vai. No s\u00e1bado (19\/04) foi uma dessas situa\u00e7\u00f5es. Ap\u00f3s ter dormido tr\u00eas horas, despertei e sa\u00ed correndo de casa para encontrar com a galera no Largo do Machado.<\/p>\n<p>A van partia para um dos lugares que mais me fascinam, e que me faz sorrir sempre que penso nele: Parque Nacional de Itatiaia, Sede Alta! As lembran\u00e7as do \u00faltimo Reveillon passado no parque, das Agulhas Negras e do regresso a casa, debaixo de uma chuva t\u00e3o, mas t\u00e3o forte, que se torna libertadora, estiveram presentes assim que l\u00e1 chegamos.<\/p>\n<p>Antes de entrar no parque, a parada obrigat\u00f3ria na Garganta do Registro, com direito a queijos, caf\u00e9 com leite e um forno a lenha ligado, para aquecer os dedos congelados.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/img_2409.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-551\" title=\"foto Ines\" src=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/img_2409.jpg?w=300\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/img_2409.jpg 639w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/img_2409-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quando chegamos ao Posto Marc\u00e3o descobrimos que al\u00e9m de n\u00f3s, um outro grupo de 13 neguinhos seguia em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 travessia, por\u00e9m com um trajeto diferente, a partir da Cachoeira do Aiuruoca. Era um grupo mais lento que ia acampar no meio do caminho, e que ficou para traz antes das Agulhas Negras. A caminhada que margeia as Agulhas Negras, Asa de Hermes e Pedra do Altar de Ovos da Galinha \u00e9 simplesmente linda. O dia estava lindo, muito limpo com o c\u00e9u muito azul. At\u00e9 \u00e0s Agulhas eu j\u00e1 tinha ido, mas a parte da Pedra do Altar em diante era novidade. Chegando na linda cachoeira do Aiuruoca, fizemos uma pausa para almo\u00e7o. Eu, Ivan, Maria Flavia e Fernando prontamente entramos na \u00e1gua ge-la-da da cachoeira mais alta (em altitude) do Brasil. O dia estava t\u00e3o bonito, e o lugar \u00e9 t\u00e3o especial, que ainda valia um arco-\u00edris na \u00e1gua.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o almo\u00e7o seguimos a descida em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Serra Negra. \u00c9 um caminho super bonito, e, uma vez chegando no vale, segue uma caminhada bem longa para dar a volta e chegar \u00e0 esperada pousada do Sr. An\u00edsio. Como a maior parte da trilha estava bem demarcada e t\u00ednhamos o GPS a nosso favor, seguimos o caminho tranquilamente. Por\u00e9m, a caminhada demorou-se v\u00e1\u00e1\u00e1rias horas at\u00e9 chegar \u00e0 esperada Pousada Pico da Serra Negra. Mas foi maravilhoso!!! Tinha banho bem quente e um jantar delicioso \u00e0 nossa espera, para al\u00e9m da xiboquinha do Tio Luiz, que \u00e9 10!!!!<\/p>\n<p>H\u00e1 rumores de que foi o cansa\u00e7o, outros que foi a birita, outros que foi problema de nascen\u00e7a, mas o que aconteceu \u00e9 que quando acordei encontrei o Ivan e a Maria Fl\u00e1via p*** da vida porque todos, sem exce\u00e7\u00e3o, tinham roncado de noite. Sobre esses assuntos n\u00e3o vale a pena refletir, fica a cargo da fragilidade da sonol\u00eancia de cada um&#8230; eu pr\u00f3pria, euzinha, fui acusada de o ter feito! S\u00f3 posso dizer que n\u00e3o me lembro de nada&#8230;<\/p>\n<p>A caminhada seguiu \u00e0s 9h. Come\u00e7amos subindo uma pirambeira que d\u00e1 direito a uma vista fabulosa, depois come\u00e7a a descida em dire\u00e7\u00e3o a Mau\u00e1, bem tranquila e gostosa. A vegeta\u00e7\u00e3o fica densa e muito bonita, cheia de barba de velho, brom\u00e9lias e essas coisas de pa\u00eds tropical que fazem o gringo pasmar.<\/p>\n<p>Chegamos \u00e0 Maromba e pudemos ainda relaxar a carca\u00e7a na sauna da pousada das grutas, onde fomos almo\u00e7ar.<\/p>\n<p>S\u00f3 posso acrescentar: a travessia foi muito, muito bonita, e bem tranquila. O grupo tava super animado. Parab\u00e9ns ao guia e \u00e0 turma. Nota 10!<\/p>\n<p style=\"text-align:right;\"><em><strong>In\u00eas<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ningu\u00e9m gosta de acordar \u00e0s 3h na madruga de s\u00e1bado, mas quando \u00e9 para uma atividade de montanha, ainda vai. No s\u00e1bado (19\/04) foi uma dessas situa\u00e7\u00f5es. Ap\u00f3s ter dormido tr\u00eas horas, despertei e sa\u00ed correndo de casa para encontrar com a galera no Largo do Machado. A van partia para um dos lugares que <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/2012\/09\/03\/parque-nacional-do-itatiaia\/\">Read More &#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[16,17,82,99],"class_list":["post-550","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-boletim-junago-2012","tag-agulhas-negras","tag-aiuruoca","tag-itatiaia","tag-ovos-da-galinha"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=550"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/550\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}