{"id":80,"date":"2011-05-13T18:49:38","date_gmt":"2011-05-13T22:19:38","guid":{"rendered":"http:\/\/ceguanabara.wordpress.com\/?p=80"},"modified":"2011-05-13T18:49:38","modified_gmt":"2011-05-13T22:19:38","slug":"carnaval-no-jalapao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guanabara.org.br\/index.php\/2011\/05\/13\/carnaval-no-jalapao\/","title":{"rendered":"Carnaval no Jalap\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:left;\"><a href=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3501.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"foto Carla Vieira\" src=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3501.jpg\" alt=\"\" width=\"645\" height=\"428\" \/><\/a><\/p>\n<p>Quem me conhece sabe o quanto eu adoro samba e Carnaval. Carioqu\u00edssima, nascida e criada nessa cidade, n\u00e3o consigo ficar parada ao som de uma bateria de escola de samba. Mas o meu Carnaval deste ano foi bastante diferente.<\/p>\n<p>A pouco menos de um m\u00eas para o Carnaval, o Eliezer fechou um pacote com uns amigos e me convidou para aproveitar o feriado e conhecer o Jalap\u00e3o, em Tocantins. Adoro montanha, adoro acampar e caminhar, mas costumo dizer que tenho 361 dias para fazer isso no ano, pois os quatro de Carnaval s\u00e3o sagrados. Mas, o roteiro e a companhia pareciam valer a pena (e valeram)&#8230; Aproveitei o quanto pude as duas semanas anteriores, de pr\u00e9-Carnaval, que teve in\u00edcio com o bloco S\u00f3 o Cume Interessa, no dia 26 de fevereiro e me preparei para o Jalap\u00e3o.<\/p>\n<p>A proposta de \u201caventura\u201d vinda da ag\u00eancia de viagem, n\u00e3o me surpreendia muito. Mas fazer uma expedi\u00e7\u00e3o a bordo de um 4&#215;4 era novo para mim. As estradas s\u00e3o uma buraqueira s\u00f3 e n\u00e3o h\u00e1 sinaliza\u00e7\u00e3o indicando dist\u00e2ncias e localiza\u00e7\u00e3o dos atrativos. H\u00e1 quem diga que isso \u00e9 proposital, para favorecer as empresas de turismo locais. Talvez seja, mas fazer essa expedi\u00e7\u00e3o em caminhonetes e jeeps 4&#215;4 d\u00e1 um toque a mais de \u201coff road\u201d. Tudo bem que as primeiras investidas em buracos e lamas s\u00e3o maneir\u00edssimas, no primeiro dia&#8230; mas no quarto dia voc\u00ea j\u00e1 deseja um ve\u00edculo mais confort\u00e1vel. Para quem est\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o a experi\u00eancia deve ser bem melhor!<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3011.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-81\" title=\"foto Eliezer Leal\" src=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3011.jpg?w=199\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3011.jpg 2848w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3011-199x300.jpg 199w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3011-680x1024.jpg 680w\" sizes=\"auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/><\/a>A expedi\u00e7\u00e3o foi realizada em quatro dias. No primeiro, o trajeto de Palmas ao Jalap\u00e3o consumiu muito tempo. O dia amanheceu bastante nublado e a chuva que prometia, realmente apareceu. Conhecemos o Rio do Sono, de dentro de um bar. Com um tempinho para visita\u00e7\u00e3o, trilhas e fotos, o grupo achou melhor ficar no bar mesmo, tomando umas cervas e provando um peixinho frito.<\/p>\n<p>De l\u00e1, partimos para o almo\u00e7o na casa de um local onde um delicioso peixe nos aguardava. A pr\u00f3xima parada seria a Pedra Vermelha, ainda uma inc\u00f3gnita devido ao mal tempo. Mas a chuva cessou e a viagem seguiu. Depois de um trepa-pedra bastante molhado (mas bem aparado com corda fixa para dar uma seguran\u00e7a), chegamos a um c\u00e2nion. Embora o tempo estivesse ainda bastante nublado, deu para ver a beleza do local (pena n\u00e3o estar com um belo dia de sol). O que nos deslumbra no Jalap\u00e3o \u00e9 que voc\u00ea v\u00ea o horizonte a quil\u00f4metros e quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia e, num lugar ou outro, um morro. Estamos t\u00e3o acostumados a olhar montanha para tudo quanto \u00e9 lado no Rio, que isso ainda nos surpreende.<\/p>\n<p>Como o grupo atrasou bastante a sa\u00edda de Palmas, os hor\u00e1rios da programa\u00e7\u00e3o ficaram meio furados.. Quando chegamos ao \u00faltimo atrativo do dia, a noite j\u00e1 tinha ca\u00eddo. L\u00e1 tivemos duas experi\u00eancias \u00fanicas: 1) entrar num fervedouro; 2) entrar nele, \u00e0 noite, em meio a vegeta\u00e7\u00e3o fechada, entre brejos e riachos, sem saber se havia algum bicho. Iluminados apenas por lanternas, finalmente \u201cmergulhamos\u201d para a nova experi\u00eancia. Ou tentamos.<\/p>\n<p>No fervedouro voc\u00ea n\u00e3o consegue afundar. Por mais que se tente. A areia encobre at\u00e9 a um pouco acima do joelho, n\u00e3o mais que isso. O fen\u00f4meno \u00e9 explicado pelo fato de o lago estar acima de um len\u00e7ol fre\u00e1tico que, ao lan\u00e7ar a \u00e1gua para a superf\u00edcie, forma bolha de ar na areia impedindo que o banhista afunde. A temperatura tinha ca\u00eddo um pouquinho com a noite, mas a da \u00e1gua estava uma del\u00edcia e, por estarmos protegidos pela mata, n\u00e3o havia aquele ventinho frio para nos surpreender ao sair da \u00e1gua quente.<\/p>\n<p>A noite chegou agrad\u00e1vel e a presen\u00e7a das estrelas nos dava a esperan\u00e7a de um dia bastante ensolarado para a manh\u00e3 seguinte. E foi justamente assim.<\/p>\n<p><strong>Segundo dia<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0s 7h30 j\u00e1 est\u00e1vamos de mochilas prontas e a bordo das caminhonetes. Com um grupo de 21 pessoas, a estrat\u00e9gia da Norte Tur foi dividir os carros entre os principais atrativos da regi\u00e3o. Boa estrat\u00e9gia, por sinal.<\/p>\n<p>Meu grupo foi conhecer mais um fervedouro. Localizado na \u00e1rea do Parque do Jalap\u00e3o, as empresas vem fazendo um bom trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o. A entrada ao fervedouro \u00e9 limitada a seis pessoas por vez. Meu grupo tinha sete e deu para revesarmos e curtir o suficiente, n\u00e3o aproveitando mais porque em seguida chegou um grupo de ciclistas e tivemos que ceder a vez.<\/p>\n<p>Visitamos a regi\u00e3o de Mumbuca, um vilarejo que vive do artesanato do Capim Dourado. A pobreza misturada \u00e0 alegria de viver nos d\u00e1 um banho de vida. Dona Santinha, a matriarca, nos recebe com demasiado carinho. A crian\u00e7ada (lindas, por sinal) nos prestigiaram com cantorias, tendo o Capim Dourado como tema.<\/p>\n<p>Sacolas com alguns presentinhos para a fam\u00edlia e a viagem seguiu rumo \u00e0 Cachoeira da Velha. Assim como o meu grupo se deu bem no primeiro passeio, o grupo que conheceu esta cachoeira nas primeiras horas do dia, tamb\u00e9m foi felizardo. Quando chegamos, o quadro n\u00e3o era dos melhores. O local estava tomado por turistas e locais, com direito a som e churrasco aos arredores. Mas deu para curtir, ainda assim. A \u00e1gua estava com uma temperatura super agrad\u00e1vel e a hidromassagem, ent\u00e3o, nem se fala. Dava para sentar debaixo da queda e deixar a natureza fazer uma bela massagem nas costas. Uma del\u00edcia!<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3562.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-82 alignleft\" title=\"foto Carla Vieira\" src=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3562.jpg?w=199\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3562.jpg 2848w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3562-199x300.jpg 199w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_3562-680x1024.jpg 680w\" sizes=\"auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/><\/a>Depois do almo\u00e7o partimos para as Dunas (com paradas para conhecer e fotografar, ao longe, alguns atrativos da regi\u00e3o, como a pedra da Catedral e a Serra do Esp\u00edrito Santo, que visitar\u00edamos no dia seguinte). Formada por areias vindas das montanhas pr\u00f3ximas, as Dunas est\u00e3o a cada ano encobrindo mais as \u00e1reas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Vislumbrar o p\u00f4r-do-sol naquela paisagem foi algo m\u00e1gico. Dif\u00edcil descrever. A sensa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 \u00fanica. As areias foram tomando um tom mais avermelhado a medida que ele se despedia de n\u00f3s. J\u00e1 sem sua luz, um \u00faltimo mergulho nas \u00e1guas mornas do lago nos fez refrescar e nos preparar para mais uma noite no Jalap\u00e3o&#8230;. uma noite curta, diga-se de passagem.<\/p>\n<p><strong>Terceiro Dia<\/strong><\/p>\n<p>A proposta era levantar \u00e0s 3h30 da matina para pegar a estrada para a Serra do Esp\u00edrito Santo, de onde ver\u00edamos o nascer do Sol. Esse foi o \u00fanico momento da viagem onde fizemos uma boa caminhada. A paisagem realmente era deslumbrante. \u201cOk&#8230; o nascer do Sol na Serra dos \u00d3rg\u00e3os ainda continua para mim um dos mais lindos que j\u00e1 presenciei, mas tudo \u201cagregava valor\u201d ao Jalap\u00e3o &#8211; frase muito usada em toda a viagem!\u201d<\/p>\n<p>Ainda na Serra do Esp\u00edrito Santo, enquanto caminh\u00e1vamos para o Mirante, o tempo foi mudando. Nuvens nos encobriram e uma fina chuva fez quest\u00e3o de nos recepcionar.\u00a0 Esperamos alguns minutos no local, com a esperan\u00e7a de que a bufa partisse, mas quem partimos fomos n\u00f3s. A vista do mirante ficou para uma outra oportunidade.<\/p>\n<p>De volta a Mateiros, ap\u00f3s o caf\u00e9 da manh\u00e3, conhecemos o afluente da Cachoeira da Velha, local impr\u00f3prio para banho, e a praia do Rio Novo, onde fizemos um picnic&#8230;<\/p>\n<p>Com uma alimenta\u00e7\u00e3o meio indebilitada nos \u00faltimos dias, voltamos para a pousada para degustar um rod\u00edzio de pizzas. Eu at\u00e9 tentei ver um pouco do desfile das escolas de samba nesse momento, mas prosear estava mais interessante&#8230;<\/p>\n<p><strong>Quarto dia<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_4013.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-84\" title=\"foto Carla Vieira\" src=\"http:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_4013.jpg?w=300\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_4013.jpg 4288w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_4013-300x199.jpg 300w, https:\/\/guanabara.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/dsc_4013-1024x680.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O \u00faltimo dia veio com muitas surpresas. O primeiro atrativo era a Pedra Furada, um dos cart\u00f5es postais da regi\u00e3o. O caminho foi alterado pelo menos duas vezes, devido a interdi\u00e7\u00f5es na estrada. E mais uma para salvar uma caminhonete que atolou. Extravios a parte, chegamos finalmente \u00e0 Pedra. Perguntei ao guia se ele sabia da exist\u00eancia de vias de escaladas no Jalap\u00e3o, j\u00e1 que, at\u00e9 o momento, o que eu tinha visto era uma forma\u00e7\u00e3o muito arenosa. Ele desconhecia e deu a mesma explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na programa\u00e7\u00e3o, o passo seguinte seria almo\u00e7ar, passar na pousada para pegar as malas e seguir para Palmas, com uma \u00faltima parada para conhecer a cachoeira Sussuaruna. Houve algumas interven\u00e7\u00f5es, como o socorro de uma menina que fraturou o osso do punho, ao escorregar na cachoeira, mas a viagem seguiu seu rumo.<\/p>\n<p>No \u00faltimo atrativo, nos deparamos com uma cachoeira dentro de um c\u00e2nion, onde antes corria um rio que teve seu curso alterado por um fazendeiro cuja constru\u00e7\u00e3o mudou o rumo da \u00e1gua. Mas o lugar trazia seu encantamento. Filetes de \u00e1gua sa\u00edam entre as pedras e, ap\u00f3s conhecer sua hist\u00f3ria, ficava sempre a inc\u00f3gnita: e se as \u00e1guas reencontrarem seu curso? Seremos levados daqui como uma cena de filme!<\/p>\n<p>Bom o Jalap\u00e3o \u00e9 isso&#8230; \u00e9 Bruto, como diz o slogan da Norte Tur. \u00c9 bruto por n\u00e3o ter regalias. O turismo \u00e9 bem r\u00fastico, sem acomoda\u00e7\u00f5es VIP, com refei\u00e7\u00f5es feitas na casa de locais, com a experi\u00eancia de sua gastronomia.<\/p>\n<p>Para mim, a experi\u00eancia foi muito v\u00e1lida. Poder conhecer mais um pedacinho desse Brasil, sua cultura, sua paisagem. Conhecer um pouquinho desse rico universo de variedades que \u00e9 nossa na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Adorei o Jalap\u00e3o&#8230; adorei as novas amizades e a companhia.<\/p>\n<p>PS: De volta ao Rio, curti a despedida do Carnaval com o Monobloco, na Rio Branco.<\/p>\n<p style=\"text-align:right;\"><strong><em>Carla Vieira<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem me conhece sabe o quanto eu adoro samba e Carnaval. Carioqu\u00edssima, nascida e criada nessa cidade, n\u00e3o consigo ficar parada ao som de uma bateria de escola de samba. Mas o meu Carnaval deste ano foi bastante diferente. 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